
Sextilha: "O Desabafar de Minha triste Alma"
Só cortes tristes escorrem o vermelho sangue pálido
As velas foram consumidas pelo fogo
E eu aqui neste vazio que me conduz a morte
Detalho e escrevo
Pensamentos meus
Que ninguém vai entender
Aqui estar presente a única flor do vaso
Ela estar murcha
Cheia de melancolia vai morrer
Os dias alegres não há
Com a cabeça turbulenta, solto meus pensamentos
Que ninguém vai entender, talvez nem ler
Cheio de angústia o coração do mesmo chora
Na sua vida não tem nada
As canções mórbidas enchem os meus ouvidos
O nada me acompanha
Neste cativeiro da tristeza
É triste
É triste meu viver
E nesse desabafo
Murmuro
Há poucos momentos que rir de verdade
Mas não é como desejo
Não é
A noite cai
E mostra como tudo é igual
Repetitivo
Afobado por dias melhores no tempo futuro
Será que vou sobreviver
Totalmente consumido pela mazela
O último pôr de mais um infeliz dia se foi
É a noite prevalece como sempre
Como uma alma
Que ninguém a ver passar
E vai se entregando ao final
Não há mais palavras para descrever minha tortura
Meu coração não bate
Respiro com ajuda
Somos aparelhados por criações ruins
Que faz o homem se viciar
Não se deixe lavar por elas
Que inferno
Sou um hipocondríaco e todas as doenças me matam
Não aspiro por melhoras
Intumescem as minhas veias
Sinto um cheiro das flores
Suaves
E assim acaba meu martírio.
Só cortes tristes escorrem o vermelho sangue pálido
As velas foram consumidas pelo fogo
E eu aqui neste vazio que me conduz a morte
Detalho e escrevo
Pensamentos meus
Que ninguém vai entender
Aqui estar presente a única flor do vaso
Ela estar murcha
Cheia de melancolia vai morrer
Os dias alegres não há
Com a cabeça turbulenta, solto meus pensamentos
Que ninguém vai entender, talvez nem ler
Cheio de angústia o coração do mesmo chora
Na sua vida não tem nada
As canções mórbidas enchem os meus ouvidos
O nada me acompanha
Neste cativeiro da tristeza
É triste
É triste meu viver
E nesse desabafo
Murmuro
Há poucos momentos que rir de verdade
Mas não é como desejo
Não é
A noite cai
E mostra como tudo é igual
Repetitivo
Afobado por dias melhores no tempo futuro
Será que vou sobreviver
Totalmente consumido pela mazela
O último pôr de mais um infeliz dia se foi
É a noite prevalece como sempre
Como uma alma
Que ninguém a ver passar
E vai se entregando ao final
Não há mais palavras para descrever minha tortura
Meu coração não bate
Respiro com ajuda
Somos aparelhados por criações ruins
Que faz o homem se viciar
Não se deixe lavar por elas
Que inferno
Sou um hipocondríaco e todas as doenças me matam
Não aspiro por melhoras
Intumescem as minhas veias
Sinto um cheiro das flores
Suaves
E assim acaba meu martírio.